sábado, 24 de abril de 2010
Educando crianças índigo
“A ESCOLA É UMA MARAVILHOSA COLABORADORA, mas são os pais que educam. Os pais é que devem educar seus filhos. Educar não é responsabilidade da escola. Temos de acabar com o jogo de “empurra-empurra” de pais omissos que não sabem (nem querem saber), não querem , ou não podem ( nem querem poder) tomar sobre seus próprios ombros a responsabilidade de ser os primeiros educadores de seus filhos.
Nesse jogo, a criança é sempre vítima. Professores esforçados com turmas de 20 ou 30 ou mais alunos, em contato com as crianças por três ou quatro horas diárias somente, durante alguns dias da semana, são esquecidos pelos pais e, idealistas, assumem uma responsabilidade que seus ombros, por mais generosos que sejam, não têm condições de suportar.
Penso que devem ser profundamente revisados os objetivos e os limites da educação escolar. Como um professor pode abranger todas as bases desse campo?
A educação envolve três aspectos: a personalidade, o caráter e as informações e conhecimentos necessários à sobrevivência.
As bases que desenvolvem o caráter da criança correspondem aos pais, cabendo à escola o papel de orientadora e reforçadora da educação familiar, que deve ensinar os modelos de convivência e exemplificar a verdade, a alegria, a paz, a tolerância e a justiça.
A escola, de acordo com a Pedagogia de Valores , propicia e reforça paralelamente a prática gradativa de valores que levam as crianças à sabedoria, às atividades que irão prepará-las para serem úteis a si mesmas à comunidade, do ponto de vista social e tecnológico.
Essa deveria ser a idéia central do processo educativo: os professores colaboram, os professores orientam, os professores informam, mas os pais, os pais, e primeiramente eles, educam.”
“Educando crianças índigo" - Dr. Egídio Vecchio
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